A Sra, Ministra não consegue perceber...
A Sra. Ministra da Educação, do governo do partido soialista nacional, não percebe mesmo ou finge não perceber a injustiça que o despacho do seu secretário de Estado provocou: há alunos do décimo segundo ano que puderam fazer dois exames, escolhendo a melhor nota, e outros que só puderam fzer um exame. Concorrência desleal, injustiça, um absurdo só concebível numa qualquer república das bananas.
O despudor das declarações da Sra. Ministra só podem resultar da incapacidade de compreensão do que está em causa, o que não abona muito quanto ao perfil para se ser ministra e menos ainda professora (parece que era a profissão da dita senhora). Mas se a Sra. Ministra compreende, então, está-se num plano ainda mais grave... o do despudor, da falta de ética. É claro que sempre hpuve ao longo da história que defendesse que os fins justificam os meios, mas, geralmente, por razões de Estado.
A produção deliberada de uma situação de injustiça, substantivamente contrária aos príncípios de uma correcta educação, não configuram nem de perto nem de longe qualquer «razão de Estado», a não ser, claro, que o Estado se confunda com os ineteresses particulares daqueles que num determinado momento são titulares dos cargos políticos.
Não é legítimo que esses seres se mantenham no poder!

